Empréstimos em folha ou fraudes de portabilidade passa a ser a nova modalidade dos fraudadores.
- ROBERTO ALMEIDA FILHO

- 17 de mar. de 2021
- 4 min de leitura
JA COMO FUNCIONA

No Brasil, as fraudes no mercado financeiro têm crescido de forma alarmante nos últimos anos, desde a velha pirâmide financeira conhecida até a última chamada "fraude de empréstimo em consignação" ou "golpe com fraude referente a portabilidade". .
Tendo em vista o número cada vez maior de vítimas de funcionários, aposentados, aposentados e militares contemporâneos e de golpes envolvendo a conclusão fraudulenta de empréstimos em folha (consignado), o objetivo deste artigo é revelar o modus operandi das empresas que operam na região. Os mercados financeiros ilegais causam a perda de ativos de milionários e cometem vários crimes, como promessas falsas e enganosas, fraude, organizações criminosas e, muitas vezes, organizações criminosas.

A Polícia Civil do DF realizou operações em diversos estados do país por meio da Delegacia Especial CORF-operações de repressão ao consumidor, ordens fiscais e casos de fraude de organizações criminosas suspeitas, e o único objetivo da constituição de uma empresa era a repressão aos servidores públicos.
O funcionamento destas empresas inicia-se com a contratação ativa de empregados de empresas fraudulentas ou com a contratação de funcionários aposentados, que dispõem de todos os dados da vítima (nome, caixa de previdência, empréstimos anteriores, caução, etc.). A transferência através de uma verdadeira rede de tráfico de informações pessoais, que proporciona portabilidade de dívidas anteriores, reduz a proporção de empréstimos salariais e, normalmente, como forma de atrair mais vítimas, proporciona imediatamente lucros a serem depositados em contas de servidores 10% do valor.
Vale ressaltar que o motivo pelo qual o público-alvo são os servidores públicos é que eles têm a comodidade dos empréstimos dedutíveis do salário contratado, sendo que a intermediação desses empréstimos também é responsável por correspondentes bancários autorizados por instituições financeiras.

Os contratos oferecidos pela empresa variam de acordo com o golpe, mas muitas vezes são chamados de "transferências a crédito" ou "ferramentas privadas", que incluem promessas aos clientes sobre a portabilidade da folha de pagamento e termos mais favoráveis, incentivando as vítimas a liberar a caução prestada pelo empréstimo de vencimento emitido pela empresa criminosa ao banco parceiro.
A responsabilidade civil de falsificadores e instituições financeiras será tratada em cláusulas específicas.
A impressão inicial foi de que o contrato de empréstimo salarial foi executado de forma independente pela vítima, por meio de documento particular assinado com empresa falsificada e, teoricamente, sem o consentimento ou participação da instituição financeira.
No entanto, durante o processo de investigação, além do Distrito Federal, incluindo investigações de outros estados, é óbvio que, para se iniciar um golpe, um correspondente bancário também deve participar ativamente. Diz-se que a pessoa é suspeita de conivência com organizações criminosas e realizando duas funções principais.
Assim que os criminosos conseguirem enganar os funcionários públicos, eles usarão uma ferramenta privada de "transferência de crédito" com assinatura de tabelião para prometer transportar ou reduzir parte de qualquer empréstimo salarial (muitas vítimas enfrentam o selo de autenticidade do tabelião). (Esta é uma transação financeira legal), pelo que a vítima normalmente não sente o golpe de ter o contrato bancário e os documentos pertencentes à instituição financeira, por isso recolheu a assinatura da nota de crédito bancário a branco, não havendo parte descritiva da reclamação, ou ainda Assinatura da vítima da fraude.
Nesse sentido, é a informação obtida na investigação realizada, extraída de relatório do Ministério da Administração Pública, que prova a título de esclarecimento que o agente do banco autorizado participou no repasse da informação.
Assim, a transmissão desta informação permite que as organizações criminosas utilizem esta vantagem para aceder aos dados confidenciais dos clientes através da credibilidade no contacto inicial, pois quando procuram a vítima acusada já dispõem de todas as informações necessárias para obter a informação. Essas empresas fraudulentas ainda têm a confiança necessária no uso de métodos fraudulentos muitas vezes e, eventualmente, sofrem intuição financeira, para que a vítima não suspeite do empreendimento criminoso.
Os cartões de crédito bancários usados por criminosos às vezes são deixados em branco para inserir formulários descritivos de cartão de crédito sem o consentimento da vítima. Isso é feito para que eles não saibam como reduzir o novo empréstimo de salário em vez de levá-lo com eles.
Portanto, o desempenho dos agentes bancários autorizados desempenha um papel novamente.
VEJA VÍDEO DA POLÍCIA PREDENDO QUADRILHA DE FRAUDADORES
Uma vez esclarecida a conduta do criminoso, vale ressaltar que os casos mais graves até o momento foram feitos por um grupo de Brasília-DF, Rio de Janeiro-RJ, Curitiba-PR, Belo Horizonte-BH e São Paulo é executado por uma empresa com ramos. Paul-SP.
Uma vez esclarecida a conduta do criminoso, vale ressaltar que os casos mais graves até o momento foram feitos por um grupo de Brasília-DF, Rio de Janeiro-RJ, Curitiba-PR, Belo Horizonte-BH e São Paulo é executado por uma empresa com ramos. Paul-SP.
Portanto, essas empresas são correspondentes bancários verdadeiramente autorizados, pois se apresentam desta forma ou em nome de instituições financeiras, possuem todas as informações das vítimas e possuem contratos bancários, o que é propício à realização de golpes.
O Ministério de Relações Públicas do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) condenou algumas dessas atividades suspeitas de crimes e acusou-as de supostas organizações criminosas e violações das relações de consumo 39 vezes. A denúncia apresentada é composta por 16 pessoas (Processo Criminal nº 0722404-34.2020.8.07.0001, que está em tramitação no TJDFT).
Paralelamente, em todo o país, o Judiciário entra com ações judiciais contra outras empresas carentes, todas com o mesmo significado, só no Distrito Federal, o número de processos ultrapassa 200.
Portanto, o único objetivo da criação dessas empresas é aplicar fraude a funcionários públicos, fazê-los cometer erros em negócios jurídicos contratados e fazer empréstimos consignados fraudulentos sem o consentimento da vítima.
Desta forma, as vítimas não têm escolha a não ser buscar proteção judicial do estado para compensar suas perdas.
A responsabilidade civil de falsificadores e instituições financeiras será tratada em cláusulas específicas.
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